E o assunto vira a amarelinha.
Quase duas semanas antes do começo da Copa, os clubes ficam em segundo plano. E pra pitaquear sobre seleção, como já foi feito aqui eu vou tecer meu humilde comentário. Posição por posição. Lembremos da boa e velha coerência do professor Parreira, capaz de repetir 94 em nossos corações. Para o bem e para o mal.
Gol
Dida - Terceira Copa. Chegou a vez do garotinho, apesar da má fase e de frangos, que, na boa, acontecem. Vestiu a camisa da seleção, acho que desce o espírito. Pega pênaltis como ninguém e isso nos tiros curtos da Copa faz falta. Em baixo do gol já operou milagres e usa da cara feia pra intimidar, o que, depois da passagem do Amaral pelo futebol tivemos de dar o braço a torcer que é um efeito de marcação louvável. Pena o Marcos não estar em forma. Acho o goleiro ideal, mas o tempo de convivência com o Podrinho, no Palmeiras deu caca.
Rogério Ceni - Tanto fez, tanto fez que foi. Passa por ótimo momento, pegando muita bola, jogando jogos de excessiva pressão e acabou tirou a suposta vaga de reserva de Marcos, que acho eu disputava titularidade. Se é pra levar pra fazer número, pode complicar se precisar. Não tem bom relacionamento na CBF, mas tanto ele como Parreira parecem ter decidido esquecer. Bela atitude de Parreira, exemplar. Vamos ver se Rogério faz igual e não tenta desequilibrar as já estabelecidas lideranças da seleção, porque ele mesmo só sabe jogar sendo líder. Ainda acho que deixa a desejar em baixo do travessão, mas sai do gol como nenhum outro e ainda vira líbero, além das reposições de bola rápidas e precisas. Cresce em partidas decisivas e defende bem bolas paradas, além de ser recurso para bater pênaltis. Mas não vai entrar.
Julio César - Seu procurador é filho do Zagallo. Capisci?

1 Comments:
É sério a história do Julio Cesar, Frederico?
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